Como escolher uma empresa de handling e representação aérea no Brasil

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A complexidade da logística aérea exige que companhias aéreas, agentes de carga e operadores logísticos trabalhem com parceiros altamente especializados. Entre os serviços essenciais para o funcionamento do setor estão o handling (GHA – General Handling Agent) e a representação aérea (GSA – General Sales Agent).
Escolher a empresa certa para essas funções é decisivo para garantir eficiência, segurança, conformidade regulatória e competitividade comercial.

Avalie a experiência e o histórico da empresa no setor aéreo

A aviação é um ambiente onde a curva de aprendizado é longa e a margem de erro é mínima. Por isso, a experiência prática é um dos fatores mais importantes.

Ao avaliar uma empresa, considere:

  • tempo de atuação no mercado;
  • histórico com companhias aéreas, operadores e agentes de carga;
  • reputação entre aeroportos e autoridades;
  • conhecimento técnico sobre artigos perigosos, perecíveis, cargas especiais e processos aduaneiros;
  • atuação nacional e capacidade de atendimento em diferentes localidades.

Empresas consolidadas tendem a entregar mais estabilidade operacional e maior capacidade de resposta

Verifique a conformidade regulatória e certificações

O setor aéreo opera sob regulamentações rigorosas. Para atuar como GHA ou GSA, é essencial que a empresa demonstre total conformidade com normas nacionais e internacionais.

Entre as principais exigências estão:

  • certificações e treinamentos reconhecidos pela IATA;
  • qualificações AVSEC;
  • formação técnica em DGR (Dangerous Goods Regulations);
  • aderência a normas da ANAC, ANVISA, MAPA e Receita Federal;
  • políticas de segurança e procedimentos internos robustos.

A ausência dessas qualificações é um sinal claro de risco operacional.

Análise da estrutura operacional e capacidade técnica

Uma empresa de handling precisa ser capaz de atender o fluxo real da operação, desde o recebimento até a entrega da carga.
Avalie:

  • estrutura física nos aeroportos onde atua;
  • disponibilidade de equipamentos e tecnologia de apoio;
  • equipe treinada e atualizada;
  • capacidade de operação com cargas especiais;
  • processos padronizados para evitar inconformidades;
  • rastreabilidade e controle de informações.

No caso de GSA, é importante avaliar:

  • força comercial;
  • capacidade de negociação;
  • conhecimento do mercado;
  • inteligência de receita e gestão de vendas;
  • relacionamento com agentes de cargas e companhias aéreas.

Uma empresa confiável oferece clareza sobre:

  • condições comerciais;
  • responsabilidades de cada parte;
  • procedimentos de segurança;
  • prazos operacionais;
  • políticas de comunicação;
  • acompanhamento de ocorrências.

A transparência é fundamental para evitar falhas, divergências e interpretações incorretas nas etapas mais críticas da cadeia logística.

Relacionamento com aeroportos e órgãos reguladores

Empresas de handling e GSA precisam manter diálogo e alinhamento constante com:

  • administradores aeroportuários,
  • companhias aéreas,
  • Receita Federal,
  • ANAC,
  • ANVISA,
  • MAPA.

Esse relacionamento é essencial para garantir fluidez na operação e agilidade na solução de ocorrências.

Escolher uma empresa de handling e representação aérea no Brasil não é apenas uma decisão operacional; é uma decisão estratégica. O parceiro ideal precisa unir experiência, conformidade, estrutura, processos bem definidos e capacidade comercial fatores indispensáveis para o bom funcionamento da cadeia logística aérea.

Atuamos com handling, representação comercial, treinamentos especializados e suporte operacional alinhado às normas nacionais e internacionais.

Se sua empresa busca um parceiro confiável para oferecer eficiência, segurança e conformidade em cada etapa da operação aérea, entre em contato com a CrossRacer. Nossa equipe está preparada para apoiar sua operação com profissionalismo e excelência.

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